"- Os tempos actuais - recomeçou ele depois de uma pausa de dois minutos e olhando sempre para o vazio -, os tempos actuais são tempos de aurea mediocritas e de indiferença, de paixão pela ignorância, de preguiça, de incapacidade para o trabalho prático e da necessidade de receber tudo já pronto. Ninguém raciocina, será raro alguém elaborar uma ideia pessoal."
In "O Adolescente", Fiódor Dostoiévski (edição portuguesa de 2003, tradução por Nina e Filipe Guerra. Original de 1875).
quarta-feira, março 19
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